Inteligência Emocional para Empreender

Empreender não é uma tarefa fácil no Brasil, entretanto, isso não nos impede de prosseguir com o nosso sonho, e é por isso que o Brasil encontra-se entre os 15 países que mais empreendem no mundo.

Começar o próprio negócio não é tarefa fácil mesmo para as pessoas que se preparam para empreender. Na grande maioria das vezes, você foca sua atenção e esforços na prática de como abrir e sustentar sua empresa e colaboradores, e acaba esquecendo-se de pensar no ponto mais importante: olhar para si mesmo e para o seu modelo de liderança.

Quando me refiro ao “olhar para si mesmo”, quero que você observe qual o seu estilo comportamental,qual seu estilo de liderança, quais seus pontos fortes e quais os pontos que precisam ser melhorados, para que você possa, a cada dia, assumir novos desafios, saber delegar e fazer a gestão do seu negocio para que haja o crescimento desejado.

Pensando nesse tema, “Empreender com Inteligência Emocional”, quis chamar a atenção para dois pontos que fazem parte do que chamamos de estrutura da Inteligência Emocional: a autoconsciência e a autogestão. Pontos fundamentais para a base do autodomínio.

Ter consciência sobre nossos estados interiores e conseguir geri-los, nos torna um individuo extraordinário nas nossas relações, na nossa vida e no nosso negócio.

Contudo, como podemos alcançar esse estágio?

Em primeiro lugar, devemos entender nossas emoções, identificar um padrão recorrente de comportamento que nos afeta, e, em quais circunstâncias nos descontrolamos a ponto de tomar uma decisão contraproducente, ou ainda, de perder a razão e abdicar de tudo.

Façamos um exercício. Pegue o último episódio de descontrole ocorrido e reflita sobre ele. Analise a situação como se você estivesse olhando de fora  como se não estivesse envolvido. Analise o que foi dito, analise o ambiente, o comportamento da outra pessoa, e a partir disso, tome consciência do que realmente te abala.

Feita essa análise, determine quais os pontos que te abala e entenda o porque dessa situação te abalar a esse ponto, feito isso pense como você vai se comportar quando essa situação ocorrer novamente. Elabore e trace novas estratégias de comportamento para o caso de episódios similares. Quando isso acontecer, e acontecerá com certeza, você precisa assumir uma postura diferente dessa forma vai obter resultados positivos, e quebrar um ciclo negativo.

Quando você consegue realizar a análise crítica da situação onde houve descontrole, você está exercitando a sua autoconsciência. Quando você entende o que te afeta e consegue agir de forma diferente dentro de uma situação que antes lhe era prejudicial, você está exercitando a autogestão das suas emoções. Diante disso, você está apto a controlar suas emoções e gerenciar melhor seu comportamento e tomando decisões mais assertivas.

Para fechar esse artigo, cito Daniel Goleman, ph. D.: […] o impulso é o veículo da emoção; a semente de todo impulso é um sentimento explodindo para expressar-se em ação. Os que estão à mercê dos impulsos – os que não têm autocontrole – sofrem de uma deficiência moral. A capacidade de controlar os impulsos é à base da força de vontade e do caráter. […]

Maria Pereira

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CARREIRA: Qual a melhor maneira de escolher uma profissão?

Pessoas de todas as idades estão preocupadas com o seu futuro profissional e buscam diferentes caminhos, a procura de ampliarem seus conhecimentos e melhorarem suas chances no mercado de trabalho.
No entanto, em nosso país, os caminhos de formação e qualificação profissional não são lineares e é preciso esforço e dedicação no momento de escolher uma profissão. Investir em capacitação, aperfeiçoamento, especialização e atualização é importante, mas buscar conhecimento e entendimento de como fazer essa escolha é de suma importância.
Estamos em pleno século XXI e vivemos mudanças constantes e velozes, em meio a esse cenário o mercado profissional também sofre alterações: novas profissões são criadas e as tradicionais acabam não sendo mais tão atrativas.

Se você está prestes a fazer vestibular ou deseja mudar de carreira e profissão é importante se atualizar quanto ao mercado e as novas possibilidades.Quando pensamos em futuro pensamos em “inovação” e imediatamente o que passa pela nossa cabeça é algo criativo e que te faz ter uma perspectiva diferente sobre algum ponto específico. No século XXI, algumas das áreas que mais se desenvolvem de acordo com um guia publicado pelo CIEE – Centro de Integração Empresa-Escola – são as de:

• Tecnologia;
• Comunicação;
• Beleza e Estética;
• Logística;
• Saúde;
• Petróleo e Gás, entre outras.

Hoje, temos uma vasta área de atuação profissional, desde as mais tradicionais que já estão sendo reinventadas com a ajuda da tecnologia e da inteligência artificial, tais como: medicina, engenharia, advocacia e ensino, mas também, as mais inovadoras como: engenharia de reciclagem de dados, aconselhamento de reabilitação para cibercriminosos juvenis, análise de mídias digitais, desenvolvimento de sistemas, “Business Partner” até treinamento de Empatia.

Atualmente, com essa mudança global no cenário das profissões é importante que estejamos preparados no momento da escolha ou da mudança em nossa área profissional, e aqui vão algumas dicas de como se preparar para esse momento, e vou trabalhar com quatro áreas que para mim são a base, o ponto crucial para uma tomada de decisão mais assertiva, não que você não vá errar ou se arrepender no futuro, mas com certeza trabalhar essas áreas vai te deixar muito mais habilidoso, decidido, competitivo e conhecedor de si e terá sucesso na área que escolher:

Autoconhecimento:

Eu costumo dizer que esse é o segredo para o sucesso. Pense nos grandes líderes e empresários, ou em pessoas de sucesso que você admira. Com certeza, se você perguntar quem elas são, o que gostam e o porquê dos seus respectivos êxitos, a resposta estará na ponta da língua.
Nessa minha jornada, como psicóloga, Coach de carreira e gestora de RH, me deparo frequentemente com a dificuldade das pessoas em falarem sobre si. Elas estão conectadas a tudo e a todos, menos a si próprias. E isso é um problema porque perde-se a sua identidade, a sua verdadeira essência. Dito isso, a dica aqui é: conecte a si mesmo, descubra as suas forças e identifique seus pontos de melhorias.
E para ajudar nessa construção de identidade, seguem algumas perguntas que você deve responder:
Quem eu sou? O que gosto de fazer? O que eu faço bem? Quais as coisas que são importantes para mim? O que eu não faria em hipótese alguma? Quais os pontos em mim que me incomodam? O que no meu comportamento preciso mudar?
Siga esse roteiro, responda essas perguntas, desenhe o seu “EU” e em seguida, de coração aberto, sem preconceitos, converse com pessoas da sua confiança e que conheçam você realmente, e que lhe façam as mesmas perguntas. Nesse momento, ouça-as, analise, faça perguntas se necessário para clarificar suas dúvidas e para validar a sua construção inicial. Esse exercício te ajudará a entender se você está sendo congruente, ou seja, se quem você pensa ser é a mesma pessoa no discurso e na prática.
Valores:
Um valor é uma convicção ou atitude que lhe servirá de guia na vida. Todos nós possuímos valores e eles irão de toda forma, dirigir nossa vida. Eles foram construídos ao longo da nossa existência e muitos deles são herdados da família, religião, sociedade. Com o passar dos anos, alguns valores legados por nossa família, por exemplo, não fazem mais sentido, não são mais úteis para nós. Com a maturidade, precisamos mudar e criar nossa própria identidade. Às vezes, precisamos nos manter fiéis aos nossos verdadeiros valores, a nossa essência, visto que, são componentes de uma firme noção de autovalorização. Os seus valores são únicos e pessoais; dizem respeito à sua essência, ao seu “EU” verdadeiro.

Aqui, o exercício será definir seus 10 principais valores com base nas seguintes áreas da vida:

• Valores individuais: amor, respeito ao próximo, liberdade, dignidade…
• Valores Espirituais: “a vida é curta, viva o momento”, “a vida tem um propósito”, “a fé é importante para mim”…
• Qualidades pessoais: paciência, atitude positiva, ser focado, ser dinâmico, ser enérgico, ter opiniões claras e bem definidas…
• Valores referentes à imagem: ser conhecido, ser amado e bem tratado, popular entre as pessoas em geral, ser uma pessoa forte…
• Valores referentes ao estilo de vida: ter uma vida ocupada, ter uma vida pacata, ser organizado, ser espontâneo, possuir coisas belas, poupar dinheiro, gastar dinheiro…
• Valores referentes à atitudes: ser positivo e otimista, ser realista, ser aventureiro e curioso, apreciar o risco, ser cauteloso…

Crenças limitantes:

Ao longo de nossa vida, fomos influenciados positiva e negativamente, pelas pessoas ao nosso entorno, pela cultura, sociedade, família e também pelas situações que experiênciamos em nosso dia a dia. É desta forma que vamos formando nossos modelos mentais e as percepções do mundo, mas que nem sempre correspondem à realidade.
Dessa forma é que nascem as nossas crenças limitantes, que são pensamentos, interpretações que você toma como verdadeiros, mas que no fundo são falsas ou pelo menos não são verdades absolutas. Essas crenças impedem a sua vida de se tornar melhor, de você crescer ou tomar decisões assertivas.
Ou seja, quanto mais somos submetidos a experiências ruins, mais acumulamos uma imagem mental negativa sobre nós mesmos e demais pessoas, e assim, nos limitamos e criamos as crenças. Por exemplo, na infância os pais dizem aos seus filhos que eles são burros e fracos, ou os comparam com outra criança mais inteligente e forte. Muito provavelmente, esta atitude os sabotará e os deixarão mais inseguros em suas ações ao longo da vida.
O exercício aqui é identificar essas crenças limitantes e fazer as seguintes perguntas a fim de eliminá-las:
O que essa crença lhe traz de valor? Quais são os ganhos em acreditar nessa crença? Quais as experiências positivas e negativas vivenciadas com essa crença? Quais estados emocionais positivos e negativos eu tenho com essa crença?
Ao responder esse ciclo, você terá uma surpresa. Entenderá a essência dessa crença e o impacto na sua vida.
Objetivos de Carreira
Trabalhado os três pontos acima, você se encontrará muito mais forte e conhecedor de si mesmo. Este é o momento de estudar as carreiras e analisar seu perfil para entender com quais profissões você se identifica mais. Às vezes, nos identificamos com várias áreas. Nesse caso, separe três e analise dentre elas qual tem mais a ver com todo esse mapeamento de perfil que você fez anteriormente.
Num segundo momento, temos o planejamento do sonho. Agora, analisando esse trabalho o que realmente gosto, quais são meus valores. Pense em como você se vê em sua área profissional daqui a cinco, dez anos. Este é o momento de sonhar grande.
O exercício aqui é fazer uma linha da vida. Pegue uma folha e faça uma linha imaginária, começando hoje e indo até o ano de 2029 (10 anos). Faça, também, uma marcação no meio da linha e registre o ano de 2024 (5 anos).

Agora, faça o seu planejamento de carreira, etapa por etapa, ano a ano. Faça pequenas anotações na linha do tempo com pontos importantes de como deseja estar, em paralelo, faça um plano de ação para a realização desses objetivos. Por exemplo: daqui a cinco anos quero trabalhar como colaborador CLT em uma empresa multinacional. Primeiro passo: preciso entrar na faculdade em meados de 2019 e vou cursar a faculdade de Administração. Segundo passo: fazer um curso de línguas (inglês, espanhol, chinês). Terceiro passo: cadastrar meu currículo em sites de estágio. Quarto passo: selecionar as vagas que são de meu interesse e focar apenas em multinacionais. Quinto passo: começar a escrever sobre minha área de atuação. Último passo: participar de congressos.
Agora é mão na massa, colocar tudo isso em prática. Lembre-se, o segredo é a atitude.
O foco e o treino modelam um verdadeiro campeão.

Maria Pereira

Fonte: tátil_

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Como estruturar um setor de RH estratégico e de resultados.

Invista no recurso mais importante que você tem em sua empresa. Sim, o “Ser Humano”, e verá a transformação no seu negócio. “Recursos Humanos” é investimento e não despesa.

As atribuições dadas ao Departamento de Recursos Humanos (RH) em uma empresa são inúmeras, e, geralmente, demandam uma equipe robusta e o orçamento acaba sendo muito expressivo. É por isso que temos um cenário onde muitas empresas não investem em um setor de RH interno. Sejamos realistas, tudo o que um investidor ou empresário não quer ouvir, quando busca redução nos investimentos, maximização dos lucros, ou quando a economia está passando por turbulências que deixam o mercado instável, é que determinado setor tem um orçamento expressivo e que não lhe traz resultados mensuráveis e palpáveis.

A pergunta de Um Milhão é: Como montar um setor tão importante sem investir muitos recursos e, principalmente, sem perder a qualidade e agregando resultados?

Vamos nos debruçar sobre essa pergunta e resolver esta complicada equação, trazendo soluções inovadoras e tecnológicas para essa área que é extremamente necessária e estratégica dentro de qualquer empresa.

Vamos trazer soluções e dar direcionamentos para que a sua empresa seja capaz de estruturar um setor de Recursos Humanos de qualidade, que lhe traga resultados sem altos investimentos. Contudo, é válido sempre ponderar que cada empresa tem suas peculiaridades, ou seja, o perfil corporativo de sua empresa definirá inconteste a estrutura do RH, o caminho que ele vai percorrer e o resultado que terá.

Primeiro ponto que precisamos considerar é mudar o nosso modelo mental e nos adequar para o momento em que vivemos. Estamos passando por uma transformação digital nunca antes vivida, falamos sobre nanotecnologia, sistemas robotizados e inteligentes, internet das coisas (sistemas integrados entre a internet, as coisas e as pessoas), carros autônomos, inteligência artificial, tudo isso já é factual e com demandas em ascensão.

O modelo de trabalho mudou, nosso processo de produção foi automatizado, temos consultores digitais para ajudar nos atendimentos, fazemos qualquer tipo de pesquisa em segundos ou minutos, temos aplicativos para quase tudo, e, acredite, não iremos andar para trás, e sim para frente.

A velocidade com que as coisas acontecem também mudou. Nós crescemos nos últimos vinte anos o que não conseguimos nos últimos cem. O modelo de aprendizagem tradicional está anacrônico e, concomitantemente, está se construindo um novo modelo de ensino exponencial. Soma-se à todos estes fatores a questão das gerações que mudam cada vez mais rápido, exigindo ainda mais dos gestores.

Dessa forma conseguimos entender o quanto o seu RH é importante e precisa ser estratégico. Ele tem que se preocupar na hora de contratar, desenvolver, motivar e manter pessoas com talento, capazes de gerir este tipo de tecnologia dentro das empresas e ainda trabalhar a questão de engajamento e relacionamento interpessoal entre gerações.

Isso quer dizer que o modelo tradicional de gestão mudou. A relação chefe x empregado desapareceu e, em seu lugar, surgiu o modelo de gestão compartilhada, onde cada pessoa tem um papel importantíssimo dentro da equipe de trabalho, visto que cada um é peça fundamental nesse “tabuleiro de xadrez”, que é o ambiente organizacional. Um não existe sem o outro, cada um entende o seu papel e todos entendem que não se ganha o jogo sozinho, pois o “cheque-mate” deriva do coletivo.

Agora, na prática, vamos pensar em como implantar um RH que nos traga resultados:

  • Recrutamento e seleção estratégicos:

Essa é a porta de entrada para o sucesso ou para o fracasso de sua equipe. A empresa que não sabe quem ela quer contratar, não sabe como contratar, tem prejuízos imensuráveis, ou seja, já entra no jogo perdendo.

Sabemos que o empresário não tem tempo, e nem dinheiro, para jogar fora com erros na hora da contratação ou pós-contratação.

Precisamos dar um passo atrás aqui. Antes de contratar é necessário construir uma base sólida, desenhar todos os cargos existentes e futuros na equipe, sendo que, não pode faltar nessa descrição, além das atividades chaves, quais habilidades a pessoa precisa ter e quais as competências a organização desenhou para esse cargo. Ademais, montar organograma de todos os setores com hierarquia bem definida. Ter claro pacote de benefícios e plano de carreira. Feito isso o responsável pela contratação tem que dominar dinâmicas de entrevistas por competências, conhecimento técnico e ferramentas de perfil comportamental.

  • Saúde Ocupacional X  Qualidade de Vida

Essa área deixou de ser “emissora de laudos”, exames ou NRs a serem seguidas. Precisamos nos adaptar. É claro que tudo isso ainda é válido e existe como base para nos nortear nessa nova caminhada. Quando falamos em qualidade de vida, nós devemos ir além. Precisamos primeiro otimizar a jornada de trabalho, dado que isso é bom para a saúde financeira da empresa (economia em horas extras e outras despesas como água, luz, etc…) e bom para saúde física e psicológica do colaborador.

Se sua equipe está sofrendo com cargas horárias pesadas, reveja o seu fluxograma de trabalho, analise onde está o gargalo. Reveja também o modelo, mude o processo. Inclua neste, tecnologias que aperfeiçoem o tempo de cada processo. Isso agilizará a jornada e deixará seu colaborador com tempo para pensar em inovação e novos processos.

  • Treinamento e desenvolvimento de pessoas e equipes:

Um dos segredos para tornar o setor de Recursos Humanos, e todo o restante da empresa mais eficaz, é consolidar a cultura do treinamento e aprimoramento profissional. Com profissionais mais preparados, a execução dos projetos tende a ocorrer de forma mais assertiva, evitando retrabalhos e insatisfação, tanto internamente (desmotivação dos colaboradores, gerando baixa performance profissional), como externamente (má avaliação dos produtos e serviços oferecidos aos clientes), que acarreta no declínio do faturamento.

Afirmo que não somos apenas um ser técnico, somos complexos. É importante trabalharmos com desenvolvimento pessoal. Nessa seara, acredito em três importantes áreas: autoconhecimento e inteligência emocional, autogestão e a autor responsabilização. Ao longo do meu trabalho, percebi o quanto as pessoas não se conhecem e não sabem o que querem para as suas respectivas vidas e para seus futuros. Se dentro do mundo organizacional não trabalharmos essa tríade, não conseguiremos atingir a alta performance  e resultados que tanto almejamos.

Isso pode ser feito através de treinamentos comportamentais, plano de desenvolvimento individual, análise de perfil comportamental, coaching e outros.

  • Como evitar a alta rotatividade dos funcionários?

Talvez o maior desafio de qualquer equipe de Recursos Humanos seja justamente propor e desenvolver ações que atraiam e retenham talentos, minimizando o turn-over de colaboradores. Para atingir estes objetivos, o RH tem uma gama de ferramentas e estratégias que pode adotar, dependendo do perfil estratégico do setor e dos interesses da organização.

  1. aperfeiçoamento do processo seletivo;
  2. definição de um plano de carreira;
  3. reciclagem constante;
  4. análise de clima organizacional;
  5. política de salários e benefícios;
  6. estímulo à cultura do feedback;
  7. mapeamento dos perfis comportamentais;
  8. avaliação de desempenho;
  9. políticas de bonificação por desempenho.

 Automação de processos manuais.

Este é o ponto chave para montar um excelente setor de Recursos Humanos com investimento moderado. Ao realizar a automação dos principais processos de RH, com o suporte de sistemas e softwares, esse passará a contar com processos de qualidade e padronizados, permitindo que os profissionais do setor direcionem seus esforços para atividades mais estratégicas e inovadoras.

  • Terceirização: uma opção viável para seu negócio.

A terceirização de setores tem sido cada vez mais comum no mercado brasileiro, e uma excelente alternativa para otimizar o trabalho, melhorar a qualidade contando com o know-how da empresa contratada e, principalmente, reduzir os custos internos da organização, uma vez que se elimina uma série de impostos e obrigações, tanto jurídicas, como trabalhistas.

As atividades de contratação, demissão de colaboradores, e mapeamento de perfil comportamental já vem sendo terceirizadas há muito tempo. Existem empresas especializadas no segmento e, por atenderem a diversas organizações, acabam otimizando o investimento em seus processos e barateando o custo para a contratante.

No entanto, o RH é um setor chave das organizações, do qual são demandadas importantes ações que trabalham com a cultura organizacional e o modelo de administração da sua empresa. Ao analisar a possibilidade de terceirizar as rotinas de RH da sua empresa, pondere os prós e contras e tenha em mente que o capital humano é o maior tesouro da sua organização.

Independente do modelo de RH que você escolher implantar na sua empresa é preciso ter profissionais que estejam engajados e alinhados com o sucesso do seu negócio, com a sua história e cultura organizacional.

Maria Pereira

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